Domingo, 03.06.12

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A vida trata-se de fazer boas memórias e não boas escolhas.



publicado por joao às 20:59 | link do post | comentar | ver comentários (5) | favorito

Sexta-feira, 04.11.11

 

Eu vivo, não sinto. Uns dizem amar até morrer, outros buscam a alegria ou habituam-se a infernizar outros. Outros choram lágrimas de alegria e tristeza, porque sentem. Não sentem nada, sentem tudo. Ainda restam aqueles que partilham as suas vidas com pessoas com quem deveras amam. Eu não fico felizes por eles, porque não sinto, apenas vivo.
Olho, escuto, falo quando necessário, brinco para enganar o tempo, rio para iludir o coração, aquele "comboio de corda". E por vezes cheiro flores de jasmim e alfazema que cobrem o jardim e continuo a fingir que nada sinto.
Dou um passo em frente a seguir de outro, passo por entre toda aquela multidão sem se aperceberem e choro, rio, falo. Mas ninguém me escuta, recusam-no.
Pois dizem que apenas vejo maldade. Eu apenas vejo o que os meus olhos me mostram, digo.
Eu não sinto, não escuto, não falo por vezes com medo de magoar alguém, de errar e de não conseguir sobreviver outra vez.
Por isso falo, escuto e olho tudo o que me abraça.



publicado por joao às 19:01 | link do post | comentar | ver comentários (10) | favorito

Segunda-feira, 04.04.11
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Porque as pessoas vivem com esperanças, acreditam que existe um amanhã para que tenham, assim, forças, para que elas tenham razões e motivos para viver.

Eu não tenho esperanças, mas sou feliz. Apenas me mentalizei, mais ou menos, mas estou a aprender. O que me faz ser a pessoa mais feliz são os pequenos momentos que a vida me proporciona.

Quer dizer, momentos que eu proporciono a mim mesmo, a vida simplesmente permite que eu os aproveite ao máximo, mais nada!

Não são os grandes momentos, porque a vida é feita de pequenos e simples momentos, como às sextas-feiras ir para a piscina, ou aos fins-de-semana dar um passeio com a minha cadela e contar-lhe o que aconteceu durante a semana em que estive ausente. Poder acordar e dar um beijo de bom dia nas pessoas que não conseguiam viver sem mim, ter a oportunidade de poder recuperar a relação que tinha com os meus pais, ou escrever no meu “diário”, não todos, mas nos dias em que me apetece.

E não esquecendo, passar algumas horas no café a comer Bolas de Berlim, talvez acompanhado de um livro.

 

São estes momentos que me fazem feliz…

 



publicado por joao às 16:35 | link do post | comentar | ver comentários (6) | favorito