Quinta-feira, 12.04.12

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A verdade é fodida. Mas por vezes tens de abrir os filhos da puta dos olhos e ver, mesmo que mágoa. Mentalizar-te de que é essa a tua realidade e mesmo assim podes vivê-la. A vida é tudo menos o que pensamos ser. O amor, não existe. É coisa de contos de fadas, as pessoas insistem em chamar-lhe de amor àquilo que não conseguem explicar, sem se perceber de que se estão sempre a apaixonar uma e outra vez.
A casa é onde nos sentimos  seguros, amados, protegidos e onde todos os sonhos se realizam, por vezes nem sempre é onde cresces-te, por vezes tens de viajar para encontrar o teu lar, por vezes tens de errar e magoar para encontrares o caminho certo.
Pessoas não são o que parecem, serão sempre pinturas abstractas, cada um tem uma percepção diferente. Alguns vão querer o teu bem, mas quando for as vezes delas, elas nunca olharam para quem está atrás, passaram por cima de ti como camiões. Ninguém é de confiança, naqueles momentos de raiva e pura discussão todos os segredos serão revelados, sentimentos feridos. Pessoas são assim, como tempestades, não conseguimos prever o imprevisível.
A vida é assim. Tudo o que te faz mal, despreza, não percas tempo. O que te faz bem e feliz, não percas tempo a pensar, fá-lo. Porque quando menos te importares é quando serás verdadeiramente feliz. Acredita.   



publicado por joao às 23:46 | link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito

Quarta-feira, 25.05.11
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"You see the smile that's on my mouth
Is hiding the words that don't come out
And all of my friends who think that I'm blessed
They don't know my head is a mess
No, they don't know who I really am
And they don't know what I've been through like
you do..."

 



publicado por joao às 18:54 | link do post | comentar | ver comentários (12) | favorito

Sexta-feira, 11.03.11
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Num dia acordei e reparei que a minha cidade estava em ruínas, não restava nada, apenas pó e lixo. E o autor de tudo aquilo tinha sido eu. Todos tinham passado por lá, todos já tinham reparado que tudo estava em ruínas, como tudo já tinha se transformado, mas eu não.

Eu ainda observava as árvores com folhas, passava horas a observar como a água corria no rio, ainda via casas com telhados, ainda recordava como as crianças brincavam nas ruas.

Mas tudo não tinha passado se um simples sonho. De uma ilusão. Uma mentira manipulada, por mim. Porque não queria ver a verdade, porque já não tinha forças para lutar mais, porque não aguentava a realidade e não era capaz de ver para além da ilusão.

Mas nessa mesma manhã, tudo mudou, acordei numa cidade fantasma, onde só se conseguia ver a destruição, onde só se ouvia o silêncio e onde reinava a raiva, a dor, a fúria e o medo.

Foi então que decidi levantar a cabeça, e olhar o céu. O sol a sorrir para mim e a lua? Essa apoiava-me e inspirava-me, enquanto que as estrelas me indicavam o caminho certo.

 



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