Sábado, 30.07.11
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Sinto-me,
desapontado com uma pessoa,
triste por outra,
apreensivo pela mesma.
Raiva por duas.
Medo por três ou quatro.
Desorientado por mim mesmo.



publicado por joao às 00:15 | link do post | comentar | ver comentários (6) | favorito

Sábado, 25.06.11
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Amo-te, adoro-te, gosto-te, venero-te, sinto-te, magoo-te.
Não tenho culpa pelo que sinto e pelo que não sinto.
És a pessoas que mais me é importante.

Conheces-me melhor do que ninguém.
E o resto, perguntas tu.
Essa é culpa minha por não ter te dado a conhecer, nunca.

Eu não tenho culpa, apenas não quero sentir, porque dói sentir a tua falta, e ao mesmo tempo querer sentir mais e mais, para ganhar coragem e pedir-te desculpas.
Não sinto nada quando penso em ti, talvez porque já não estás ao meu lado.

(Como disse nada sinto, e quando voltar a sentir apenas serão saudades do passado)
Apenas oiço um silêncio ensurdecedor.
Mas hoje é um novo dia, as lágrimas vão parar, o barulho desaparecerá e tu voltarás.

 



publicado por joao às 09:00 | link do post | comentar | ver comentários (9) | favorito

Domingo, 08.05.11
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Quem sou eu?
Questiono-me todos os dias.
Pergunto-te sempre a mesma coisa,
e espero uma resposta.

O que significo eu para ti?
Recusas-te, não agora, mas todas as vezes que te pergunto, "quem sou eu?"
Não respondes a nenhuma das minhas preces,
a nenhum dos meus pedidos.

Mente-me, diz que me amas, mas,
por ser a última vez, diz-lo de verdade e com sinceridade.
Engana-me só mais uma vez,
mas desta vez esforça-te mais, responde-me.

Recusas a falar-me, fingis-te, durante toda a tua vida.
Para ti, eu era simplesmente ninguém.
Mas tens razão,

Eu não sou ninguém, não sou nada.
Apenas sou mais um no meio de muitos outros
... sem ti.



publicado por joao às 12:28 | link do post | comentar | ver comentários (8) | favorito

Domingo, 17.04.11
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Em sonhos vou até à floresta só para te poder ver. Mas nunca te consigo encontrar, ou porque a floresta é grande demais ou porque já não consigo ver como te via.
Enquanto caminho por entre árvores, enquanto ando sobre folhas já mortas e galhos já velhos, enquanto corro e oiço o vento e sobre mim cobre-se um manto de folhas vivas tentando sempre tocar o céu. Eu não vejo tudo isto, eu não consigo olhar toda esta maravilha, o lago em que tu costumas estar, refrescando-te, está seco.

Parece que o tempo não deu pela tua falta, pois não chora mais a tua partida.
O sol agora é ocupado por todas as folhas que o tentam chegar.
Em troncos eu vejo animais selvagens, ao contrário do que vês. Em árvores eu vejo pessoas paradas a olharem-me, e outras poucas a olharem o monte de terra a que chamavas lagoa.
Todos aqueles galhos eu vejo neles cobras que se arrastam sobre o sangue que cobre toda a floresta, onde dantes apenas se via folhas já secas e acabadas.
O vento que antes fluía e remexia os teus cabelos, deixou-o de o ser, agora apenas oiço vozes, pessoas, oiço injustiças, vergonhas, oiço o medo, a raiva dos que já viveram.
Foi como que o tempo parasse e tu, simplesmente, evaporasses.
Quando eu lá voltar, continuarei a ver tudo na mesma, como se nada tivesse mudado. Mas quando quiser apreciar toda a tua beleza, ou se precisar de falar contigo, quando tiver saudades tua, eu saberei encontrar-te.
Subirei a árvore mais alta, desviarei todo aquele manto de folhas que sempre te tentaram tocar, e olharei tu bem lá no alto, brilhando como sempre...  

 



publicado por joao às 22:50 | link do post | comentar | ver comentários (5) | favorito

Terça-feira, 12.04.11
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Cada gesto teu, parte de mim morria lentamente

Cada palavra trocada, deixava de acreditar que alguma vez disses-te verdade

Cada tocar teu, parte de mim gritava por dentro.


Cada segundo com ele, não conseguindo ignorar tudo aquilo,

afirmava com toda a certeza que te tinha perdido!

Ao observar tudo aquilo caía-me uma lágrima

 

São aqueles momentos, aquela imagem que não pára de rolar na minha cabeça...



publicado por joao às 14:10 | link do post | comentar | ver comentários (12) | favorito

Sexta-feira, 25.03.11
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Tu não permites que comece uma vida nova, que tenha sequer a mínima chance de começar de novo, de viver novamente. Tu és como que um muro sempre há minha frente. Tu impedes que o sol passe para este lado, não permites que a lua me deseje uma boa noite. Impedes que o vento chegue até mim, não permites que sinta sequer vontade de continuar. 

Mas à coisas que não me vais conseguir tirar-me, nem conseguis-te arrancar de mim, os meus amigos, eles ficaram deste lado à minha espera, os meus pais, não conseguis-te nem vais conseguir acabar com a minha força de vontade, o meu desejo de continuar.

Eu ainda oiço as gaivotas a sobrevoar o mar, ainda sinto o cheiro a mar, ainda oiço como as ondas batem nas rochas. Ainda consigo observar as estrelas que estão sobre mim, e enquanto tiver tudo isto, enquanto conseguir encontrar a esperança, eu vou continuar.        



publicado por joao às 20:55 | link do post | comentar | ver comentários (3) | favorito

Segunda-feira, 28.02.11
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Maybe it´s not always about trying to fix something broken.

Maybe it´s starting over and creating something better.

 

Já algum tempo que não escrevia, parece que perdi a visão, a minha inspiração.

Na semana passada tinha uma vontade louca de escrever, e agora, neste momento, vejo-me sentado com as mãos e os dedos sobre o teclado, à procura de letras certas, até conseguir formar uma palavra e depois outra, uma palavra que caracterize o que sinto verdadeiramente neste momento.

Eu quero seguir em frente, mas não sei como. Eu quero ter a vontade de acordar e viver o dia, mas tu pareces que não queres. Não sei o que fazer.

Mas neste momento sinto-me assustado, angustiado, nervoso, medo. Penso em ti, e tenho medo de voltar a perder-te, de voltar a cometer os mesmos erros, sinto-me assustado porque não quero viver tudo de novo, não quero viver tudo outra vez. Não sei se tenho a determinação e a força que tinha dantes. Já não sei se tenho a coragem para suportar tal dor, e ver-te chorar de novo, ficar abatida, irreconhecível, ver-te mentir de novo a mim. Magoa só de imaginar. E saber que me mentes, sabendo que tudo o que me dizes é mentira e nada na tua cara é verdade, fico sem saber o que fazer, assustado.

Tenho medo do futuro, do desconhecido, mas isso não me interessa, porque eu nunca desistirei de lutar por ti, mesmo já não sabendo como se luta, eu vou para a guerra, por ti. Estarei sempre ao teu lado.

Também não sei porque escrevi isto, são tretas, meras e simples tretas.

 

P.S: Em relação à noite de sábado, sim foi muito divertido, nem me reconhecia, só fiz uma coisa, libertei-me e deixei-me ir, o meu desejo era que a noite nunca mais acabasse…

 

Hoje sinto-me bem, diferente.



publicado por joao às 20:46 | link do post | comentar | ver comentários (15) | favorito


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